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terça-feira, 30 de março de 2010

Plantas sem flor

As plantas sem flor, como por exemplo os musgos e os fetos, não produzem sementes e apresentam um processo reprodutor diferente do das plantas com flor.

Feto Real Feto dos bosques

Avencas Musgo

Vivem em locais húmidos e sombrios.

Em determinada época do ano, estas plantas produzem, em estruturas próprias, umas células especializadas para a reprodução - os esporos. Quando essas células estão maduras e devidamente formadas espalham-se pelo vento e só dão origem a uma nova planta quando encontram condições para isso.

Musgo Avencas

O MUSGO não possui verdadeiros tecidos tal como as restantes plantas. Este possui uma estrutura parecida com as raízes, os rizóides, outra parecida com o caule o caulóide e outra estrutura parecida com as folhas os filóides. Como é uma planta extremamente pequena, não necessita da presença de vasos condutores que conduzem água, sais minerais e nutrientes até todas as partes da planta. Estes são transportados de célula a célula por todo o vegetal. É por isso que não existem briófitas muito grandes. O transporte de água de célula a célula é muito lento e as células mais distantes morreriam desidratadas (sem água). Na época reprodutiva a planta forma um filamento com uma cápsula na extremidade que contem esporos. Quando estão maduros, a cápsula abre-se e estes espalham-se com o vento.

Musgos

Os FETOS e as AVENCAS são plantas bastante maiores que os musgos e desta forma possuem vasos condutores. Têm verdadeiros tecidos como raízes, caule (neste caso subterrâneo e rizoma) e folhas com pecíolo bastante alongado e limbo muito recortado. Na página inferior das folhas existem pequenas cápsulas (os soros) que na altura da reprodução se enchem de esporos e posteriormente são levados pelo vento.

Feto Avenca

Agora para verificares se percebeste o que falámos na aula e também o que leste por aqui faz os seguintes exercícios online:

- http://ciberciencia.no.sapo.pt/plantasemflor.html

- http://escolas.madeira-edu.pt/Portals/57/hotpotatoes/2ºCiclo/CNatureza/Diversidade%20das%20plantas/Constituição%20das%20plantas%20sem%20flor.htm

- http://aecoutomineiro.cidadevirtual.pt/depmat/testes_5ano/morfologia_plantas.htm

- http://www.prof2000.pt/users/maceira/saber_estudar/cnatureza_2ciclo/ciencias_natureza_5/plantas-sem-flor.htm

-http://ajudaalunos.blogspot.com/2009/02/plantas-sem-flor.html

Cacau

A árvore que dá origem ao fruto chamado cacau, de nome científico Theobroma cacao, popularmente chamado de cacaueiro, cacau, árvore-da-vida, é recentemente considerado da família Malvaceae, e sua origem da América Central e Brasil. Pode atingir até 6 m de altura, possui duas fases de produção: temporão (março a agosto) e safra (setembro a fevereiro), a propagação é por sementes, e planta de clima quente e úmido, o solo ideal é o argilo-arenoso. Por ser uma planta umbrófila, vegeta bem em sub-bosques e matas raleadas sendo, portanto, uma cultura extremamente conservacionista de solos, fauna e flora. Pouco mecanizada, é uma cultura que proporciona um alto grau de geração de emprego. Encontrou no sul da Bahia um dos melhores solos e clima para a sua expansão.
O estado da Bahia é o maior produtor do Brasil, porém sua capacidade produtiva foi reduzida em até 60% com o advento da vassoura-de-bruxa, causada pelo fungo fitopatogênico Crinipellis perniciosa,atualmente Moniliophthora perniciosa. O Brasil então passou do patamar de país exportador de cacau para importador, não sendo completamente auto-suficiente do produto.

Apesar da enfermidade, o cacau ainda se constitui numa grande alternativa econômica para o Sul da Bahia e possui na CEPLAC (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira) a sua base de pesquisa, educação e extensão rural. Com o apoio do órgão, cultivares clonais mais resistentes ao fungo têm sido introduzidas, porém uma alternativa de controle mais severo ao patógeno ainda se faz necessária. Esta alternativa pode vir futuramente com os resultados do Projeto Genoma Vassoura de Bruxa, que visa estudar o genoma do fungo e elaborar estratégias mais eficientes no seu controle biológico. É uma iniciativa da CEPLAC que conta com o apoio da EMBRAPA e de laboratórios em universidades da Bahia (UFBA, UESC e UEFS) e de São Paulo (UNICAMP).

É do cacau que se faz o chocolate através da moagem das suas amêndoas secas e moídas em processo industrial ou caseiro. Outros subprodutos do cacau incluem sua polpa, suco, geléia, destilados finos e sorvete.
Por ser plantado à sombra da floresta o cacau foi responsável pela preservação de grandes corredores de mata atlântica no sul do Estado da Bahia no Brasil.Este sistema é conhecido como Cacau Cabruca, do termo "brocar" ou ralear, recentemente foi criado o Instituto Cabruca que junto com outras instituições ambientalistas vem desenvolvendo projetos de pesquisas e extensão sobre o tema, estudando formas de manter essa vegetação nativa associada ao cacau.

Origem do nome


A civilização maia possuia dois vocábulos (kab e kaj), que numa mesma palavra formavam a expressão suco amargo (kabkaj). Assim, a bebida originada deste suco era nomeada de kabkajatl, onde as três últimas letras desta palavra significava líquido. Os espanhóis na colonização tinham dificuldades de pronunciar a palavra e sempre colocavam um hu nas palavras dos índios. Desta maneira, a palavra acabou transfonmando-se em kabkajuatl e futuramente, pela ação popular em cacauatl.


A cacauatl, quando modificada pelos espanhóis, sendo tomada agora quente e com leite e açúcar, recebeu um novo nome: chacauhaa (chacau = quente; haa = bebida). Depois, houve confusão entre as palavras, das bebidas quente e fria, dando origem a palavra chocolate.

Curiosidades do cacau


O cacau era considerado pela civilização maia uma fruta dada diretamente pelos deuses aos homens. E, de tão importante, virou até moeda de troca. Nessa época na américa latina não se fazia do cacau o que conhecemos hoje como chocolate. Era feita uma bebida de sabor amargo com as sementes torradas e moídas, misturadas com água e pimenta.
Atualmente, enquanto o chocolate movimenta globalmente uma economia de 60 bilhões de dólares/ano, os produtores de cacau ficam apenas com 3,3% da renda gerada.
No Brasil, ele foi cultivado primeiramente na Amazônia, onde já existia em estado natural. Depois passou para o Pará e chegou à Bahia.
O Estado da Bahia produz cerca de 95% do cacau do Brasil (país cuja produção corresponde a mais ou menos 5% da mundial, sendo a Costa do Marfim o maior produtor do planeta, com aproximadamente 40% do total). A região cacaueira da Mata Atlântica, ambiente com recordes em biodiversidade no planeta, com 476 diferentes espécies vegetais por hectare, registrados pelo Jardim Botânico de Nova York, também pode ser chamada de Floresta de Chocolate.

segunda-feira, 29 de março de 2010

O NOSSO PONTO DE ENCONTRO

O nosso ponto de encontro vai ser do seguinte itenerário:

Encontramos-nos no eleclerc de famaicão onde há uma rua que sobe. Nessa rua sobem até ao 1º cruzamento aí vão seguir pela vossa esquerda. Quando virem um grande sobreiro estão lá no nosso ponto de encontro!





ATÉ LÁ!

Pinheiro

Os pinheiros são árvores pertencentes à divisão Pinophyta, tradicionalmente incluída no grupo das gimnospérmicas. Este artigo se refere apenas às plantas do género Pinus, da família Pinaceae.
São nativos a maioria do Hemisfério Norte. Na América do Norte, com diversidade mais alta no México e na Califórnia. Na Eurásia, eles ocorrem desde Portugal e leste da Escócia até o extremo oriental da Rússia, Japão, norte da África, o Himalaia com uma espécie formando a floresta de coníferas subtropical, o (Pinheiro de Sumatra) que já cruzou o Equador em Sumatra. Os pinheiros são também plantados extensivamente em muitas partes do Hemisfério Sul.
No Brasil também são chamados pinheiros, espécies que na verdade não fazem parte da família Pinaceae, como a Araucária (Araucaria angustifolia), mais conhecida como pinheiro-do-paraná. Este pertence a família Araucariaceae, que é pequena e nativa apenas do hemisfério sul. Abrange dois gêneros somente: o Agathis, (natural da Austrália) e o Araucaria que aparece no Chile, Argentina e sul-sudeste do Brasil, em regiões de altitude elevada, ou seja, acima de 500 m.
Os pinheiros são plantas perenes e também produzem resinosos. A casca da maioria dos pinheiros é grossa e escamosa, mas em algumas espécies é escamosa. Os brotos são produzidos em inflorescências regulares, que de fato são uma espiral muito apertada aparentando um anel de brotos que surgem do mesmo ponto. Muitos pinheiros são uninodal, produzindo apenas um verticilo de brotos por ano, (de rebentos no início da época de floração), mas outros são multinodal, produzindo dois ou mais verticilos de ramos por ano. Na primavera os brotos são denominados "velas" porque de cor mais clara, apontam para cima e depois escurecem e arrepiam. Estas "velas" servem para avaliar o estado nutricional das plantas.

Os pinheiros têm quatro tipos de folhas. As mudanças começam com (1) um verticilo de 4-20 folhas de sementes (cotiledôneas), seguida imediatamente de (2) folhas juvenis em plantas jovens, com 2–6 cm de comprimento, simples, verdes ou verdes azuladas, arranjadas em espiral no broto. Estes são substituídos depois de seis meses a cinco anos por (3) folhas protectoras, similares a balanças, pequenas, pardas e não-fotosintéticas, arranjadas como as folhas juvenis; e (4) as folhas adultas ou agulhas, verdes, (fotossintéticas), enfeixadas em grupos (fascículos) de (1-) 2-5 (-6) agulhas, cada fascículo é produzido a partir de um pequeno rebento de um ramo laterar no eixo de uma folha protectora. Estes rebentos protectores permanecem muitas vezes nos fascículos como protecção básica. As agulhas persistem durante 1.5-40 anos, dependendo das espécies. Se um broto ficar danificado (comido por um animal, p.ex.), os fascículos de agulhas imediatamente abaixo do danificado irão gerar um rebento que poderá então substituir o anterior.

Os pinheiros são monóicos, ocorrendo cones masculinos e femininos na mesma árvore. Os cones machos são pequenos, com 1 a 5 cm de cumprimento, e apenas presentes num curto período (usualmente na primavera ou no outono para outros poucos pinheiros), caindo assim que seu pólen se disperse. Os cones femininos levam de 1,5 a 3 anos (dependendo da espécie) para amadurecer e, depois da polinização, a fertilização pode demorar mais um ano. Na sua maturidade os cones femininos têm de 3 a 60 cm de cumprimento. Cada cone tem numerosas folhas protectoras arranjadas em espiral, contendo cada uma duas sementes férteis. As folhas protectoras mais próximas à base do cone são pequenas e estéreis, sem sementes. A maioria das sementes é pequena e alada para serem dispersadas pelo vento (anemophilous), mas algumas são maiores e possuem apenas uma asa vestigial sendo então dispersadas pelos pássaros (ver abaixo). A maturidade do cone é usualmente alcançada quando ele se abre liberando as sementes, mas nas espécies semeadas por pássaros (e.g. Whitebark Pine ou Scrub Pine Pinus albicaulis), será necessário que o pássaro quebre o receptáculo do cone para abri-lo. Em outras, que dependem de incêndios florestais, uma grande quantidade de cones depositada ao longo dos anos é aberta pelo fogo no mesmo incêndio que destrói a árvore-mãe, e assim repovoa a floresta.

Os pinheiros se desenvolvem bem em solo ácido e alguns também em solo calcáreo; a grande maioria requer um solo bem drenado ou seja prefere solos mais arenosos, mas uns poucos, como por exemplo o Lodgepole Pine (Pinus contorta) são tolerantes à reduzida drenagem e a enxarcamento do solo. Alguns poucos estão aptos a rebrotarem após incêndios florestais, como por exemplo o Canary Island Pine (Pinus canariensis), e outros, como por exemplo Bishop Pine (Pinus muricata), necessitam do fogo para regenerar e suas populações, que declinam vagarosamente em regime de supressão de incêndios. Várias espécies estão adaptadas às condições climáticas extremas impostas pelas elevadas latitudes, por exemplo:Siberian Dwarf Pine, Mountain Pine, Whitebark Pine e o bristlecone pines.

As sementes são comumente espalhadas por pássaros e esquilos. Alguns pássaros, notadamente Spotted Nutcracker (Nucifraga caryocatactes), Clark's Nutcracker (Nucifraga columbiana) e Pinyon Jay (Gymnorhinus cyanocephalus).

USO

O pinheiro é a espécie comercialmente mais importante para a produção de madeira nas regiões temperadas e tropicais do planeta. Muitos deles são utilizados como matéria-prima para a produção da celulose, que é empregada na produção de papel. Isso porque o pinheiro é uma madeira leve, que possui um rápido crescimento. Além disso ele também pode é plantado com uma grande densidade populacional e a queda de suas folhas (acículas) produz um efeito alelópatico em plantas de outras espécies ou seja as folhas inibem o crescimento de outras plantas (denominadas de plantas daninhas nas florestas plantadas), o que provoca uma redução na competição por água, luz e nutrientes nas florestas de pinheiros. Um exemplo típico é o da Pinheiro radiata (Pinus radiata D. Don).
A resina de algumas espécies é importante fonte de breu do qual se extrai terebintina e outros óleos essenciais. Algumas espécies têm sementes comestíveis que se podem cozinhar ou assar. Algumas espécies são usadas como árvores de natal e suas pinhas e ramos são largamente usados em decorações natalícias. Muitos pinheiros são também usados como plantas ornamentais em parques e jardins. Uma grande quantidade de espécies anãs é cultivada para plantio em jardins residenciais. Também existe uma longa tradição oriental, especialmente na China e no Japão, e bem difundida entre as culturas ocidentais modernas, do cultivo de miniaturas artísticas das mais diversas espécies de pinheiros, os bonsai, um termo emprestado do idioma japonês.
Os pinhais plantados sempre sofrem acentuado risco de incêndio por causa da camada de acículas secas que se acumulam no solo e porque a árvore possui grande quantidade de resina a ponto de seu material ser explosivo em determinadas condições.

Ligação com o Natal

O Pinheiro é usado como símbolo do Natal. Conta uma lenda que, quando Cristo nasceu, as árvores ao seu redor queriam dar-lhe presentes. Apenas o pinheiro, pobre pinheiro, não tinha presentes para dar ao "rei". Com pena da árvore, as estrelas decidiram enfeitar o pinheiro, cobrindo-o com elas mesmas e palha. Assim, o pinheiro virou o símbolo do Natal e, por isso, as pessoas enfeitam árvores no Natal.




Origem do nome




Em português - do latim pinariu ou pinu; no inglês pine tem a mesma origem pelo francês pin. No passado (antes do século XIX) eram muitas vezes conhecidos por fir, do nórdico antigo fyrre, através do inglês da Idade Média firre. O nome em nórdico antigo ainda é utilizado para os pinheiros em algumas línguas da Europa: em dinamarquês, fyr, em Norueguês, furu, e Föhre

em alguns locais da Alemanha, mas no inglês moderno, "fir" é restringido ao Abies e à Pseudotsuga. Outros nomes europeus incluem o termo alemão Kiefer (o nome mais vulgar na Alemanha), o Sueco tall, o Holandês den, o Finlandês mänty, o Russo sosna, o Búlgaro e o Servo-Croata bor, e o Grego pitys.

domingo, 28 de março de 2010

actividades

ACTIVIDADES

Vem ás nossas actividades de páscoa para te divertires. Manda a tua inscrisão até 31 de março e escreve nos comentarios o seguinte texto "pedi aos meus pais quando for as acividades pago sou o(a) (nome)" o nosso ponto de encontro vai ser sempre no
restaurante PRAÇA e agradecemos pelo seu apoio.


INSCREVAM-SE!

primavera