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sábado, 27 de março de 2010

orqideas

As orquídeas são provavelmente a maior família de plantas que dão flor. Variam muito em inúmeros aspectos, mas todas têm em comum o facto de produzirem flores lindíssimas. Como plantas de interior, têm necessidades diferentes das da maioria, necessidades que para um cultivo bem sucedido há que satisfazer.

Existe uma opinião generalizada de que as orquídeas são muito difíceis de cultivar e requerem condições que só as estufas podem proporcionar. Tal não é verdade. Embora as orquídeas necessitem de um tratamento especial, muitas espécies podem ser cultivadas facilmente num ambiente de interior. É efectivamente verdade que uma floração bem sucedida depende da capacidade de o jardineiro manter rigorosamente as condições adequadas. Assim, alguns jardineiros preferem cultivar as suas orquídeas em viveiros ou janelas para plantas, onde é possível controlar a luz, a temperatura e a humidade.

A família Orchidaceae, inclui cerca de 750 géneros, mais de 20.000 espécies e muitos milhares de cultivares. Cerca de metade das espécies são terrestres (crescem no solo), e metade são epífitas (vivem presas a árvores, arbustos ou superfícies rochosas). Na sua maioria, as orquídeas em cultura são epífitas; com efeito, apenas as plantas de um género de orquídeas terrestres - Paphiopedilum - são plantas de interior relativamente comuns. As orquídeas terrestres, na maior parte, apresentam raízes espessas e carnudas, a que se ligam raízes finas e fibrosas, como na maioria das plantas terrestres. Estas raízes buscam os nutrientes de que a planta necessita. As espécies epífitas têm geralmente raízes aéreas, além de um sistema radicular na base. Em natureza, estas raízes aéreas permitem que as plantas trepem ou rastejem ao longo dos seus vários suportes.

No seu habitat natural, a maioria das orquídeas cresce em sol directo ou intermitente, com alguma sombra lançada pela folhagem em seu redor. Assim, no caso de espécies de interior, é conveniente proporcionar-lhes sol directo velado ou cultivá-los numa janela onde recebam algum sol de manhã ou à tarde.

Nas páginas seguintes encontrará tudo o que necessita para aprender a cultivar as suas orquídeas. Espero que seja bem sucedido.

segunda-feira, 22 de março de 2010

ERVAS AROMÁTICAS e ESPECIARIAS

SALSA

nome cientifico:petroselinum crispum


A salsa é uma erva bianual,versátil e robusta, originária da região do mediterrâneo oriental.


MANJERICÃO

nome cientifico:especies de ocimum

sexta-feira, 19 de março de 2010

alem do nome dos animais isistem outros nomes

1.0 Mammalia - Mamíferos

1.2 Carnivora - Carnívoros


Chrysocyon brachyurus (Illiger, 1815). Família Canidae. Nome popular: lobo-guará. guará, lobo-vermelho. (Regiões Centro-Oeste, Sul, parte da caatinga do Nordeste, e Sudeste, estendendo-se nesta região até a Zona da Mata.)

Felis colocolo (Molina, 1810). Família Felidae. Nome popular: gato-palheiro. (Mato Grosso ao Chile e Patagônia.)

Felis concolor (Linaeus, 1771). Família Felidae. Nome popular: suçuarana, onça-parda. (Todo o território nacional.)


2.0 Aves

2.7 Charadriiforme - Maçaricos

Numenius borealis (Foster, 1772). Família Scolopacidae. Nome popular: maçarico-esquimó. (Amazonas, Mato Grosso, São Paulo.)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Como nasce as borboletas? O que elas comem? Come é o seu corpo?

Borboletas e Mariposas

Borboletas e mariposas possuem escamas coloridas nas asas. Como todo inseto, borboletas e mariposas têm o corpo dividido em 3 partes: cabeça, tórax e abdômen. Na cabeça tem 1 par de antenas, 1 par de olhos compostos ( formados por várias lentes) e a boca, na forma de um canudinho usado para sugar o néctar das flores. No tórax tem 6 patas e em geral 2 pares de asas. No abdômen encontram-se os órgãos vegetativos e reprodutivos. Borboletas e mariposas apresentam 4 fases distintas em seu desenvolvimento: ovo, lagarta - fase jovem, crisálida - transformação e borboleta - fase adulta

Quase todas as espécies de borboletas são ativas durante o dia Muitas espécies de borboletas têm diferentes cores e texturas em suas asas, um dos motivos que fazem seus admiradores colecioná-las. Já as mariposas geralmente ativas durante a noite atraída por focos de luz esta é uma das diferenças entre borboletas e mariposas. Existem muitas espécies de borboletas e mariposas. As borboletas são importantes polinizadoras e alimentam-se de líquidos variados. O corpo da borboleta é muito leve, as asas são muito largas, mas, mesmo assim ela acaba conseguindo pousar na flor aberta, de onde suga o néctar adocicado. As borboletas existem em todas as partes do mundo, com exceção das regiões glaciais . Conheceremos agora algumas espécies de borboletas e mariposas.

Borboleta Almirante Vermelho
Nome científico: Vanessa Atalanta

Medindo cerca de 6,5 centímetros esta espécie durante o frio migra para lugares mais agradáveis chegando a percorrer mais de 2000 km a procura de um ambiente melhor para sua sobrevivência. Voador poderoso desloca-se até mesmo durante a noite.

Esta é uma das maiores borboletas da América do Norte e Europa. Esta presente na Europa meridional, no Norte de África e na Ásia. Recentemente foi introduzida em várias regiões, desde o Canadá ao Hawai e à Nova Zelândia. Em Portugal é bastante freqüente podendo ser observada em todo o País.

Os adultos preferem espaços abertos com flores, bosques, prados, jardins e florestas pouco densas. É mais freqüente nas zonas baixas, mas pode ser encontrada nas regiões costeiras e no topo da Serra da Estrela.

Esta espécie usa técnicas de camuflagem para escapar de seus predadores. Quando pousa em campo aberto e em rochas mantém suas asas fechadas ficando camuflando-se devido as cores da face inferior das asas. Quando pousa em locais de flores mantém suas asas abertas confundindo os predadores com o colorido da paisagem.

Alimentam-se de folhas de urtiga, pequenas lagartas, néctar de flores e partes de frutas em decomposição.

A denominação de Almirante Vermelho se dá devido as suas cores que fazem lembrar divisas do uniforme naval americano.



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Borboleta Apolo
Nome científico: Parnassius apollo

Essa borboleta deve seu nome a Apolo, o deus da luz dos antigos gregos. Existem na Europa, Ásia e América do Norte mais ou menos 30 espécies dessa borboleta. É encontrada com freqüência nas montanhas estando adaptada para sobreviver a baixas temperaturas pois tem o corpo coberto por um '' casaco de pele" de finos pelos. Só uma espécie desta borboleta é encontrada em altitudes baixas. Suas asas são grandes em relação ao corpo, de modo a absorver maior quantidade de luz solar. Mede de 5 a 10 cm. Suas asas tem uma coloração amarelo-pálido ou branco com manchas escuras.


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Borboleta Coruja
Nome científico: Caligo eurilochus brasiliensis

A borboleta coruja existe somente na América do Sul. Em geral, são muito grandes, estando entre as maiores da América do Sul. Esta espécie é a maior borboleta do Brasil, com até 17 cm de envergadura, ou seja, de ponta a ponta das asas. Seus hábitos são crepusculares: permanecem pousadas em troncos durante o dia e voam de manhã ou nas últimas horas do dia, antes do anoitecer.

As fases de ovo, lagarta e pupa duram cerca de 3 meses e meio. O tempo de vida da borboleta adulta pode chegar a mais de 3 meses.

Esta espécie consegue safar-se dos predadores graças a sua semelhança com uma folha Quando ameaçada abre as asas de repente, revelando enormes olhos e empina o corpo. Para seu predador a folha transformou-se em coruja que é um dos maiores inimigos de pequenos animais.


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Borboleta Flambeau
Nome científico: Dryas Julia

Medindo 9,5 centímetro de envergadura, vive nas três Américas. Alimenta-se de folhas de maracujá e pólen. É a espécie que tem a vida mais longa, chega a atingir até seis meses de longevidade. Um dos motivos de sua vida longa é sua dieta alimentar rica em proteínas e sais minerais. Esta espécie tem o seu aparelho bucal que lhe permite comer pólen das flores (proteínas), diferente das outras borboletas. Ela também bebe lágrimas e urina (sais minerais) de uma espécie de jacaré americano.

Depois de se acasalar a fêmea coloca seus ovos no maracujazeiro, quando estes eclodem se houver excesso de larvas num mesmo lugar, elas comem umas as outras conseguindo assim maior espaço. A fim de evitar isso a fêmea coloca ovos em vários lugares das folhas.
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Borboleta Rabo de Andorinha
Nome científico: Papilio machaon

Medindo de 8 a 0 centímetros mais ou menos esta borboleta vive na Europa, Ásia e regiões frias da América do Norte. Esta espécie vive apenas um mês. Começa sua vida como ovo, vira uma lagarta e sai do ovo se alimentando de folhas de cenoura silvestre que é a energia para acelerar seu crescimento. Em seu desenvolvimento pode mudar de pele até uma vez por semana se tiver um crescimento rápido. O corpo da lagarta desta espécie é verde com faixas pretas e laranja o que confunde seus predadores que pensam ser fezes de passarinho. Possuem dois chifres amarelados que soltam um odor extremamente desagradável para os seus predadores. Depois de um mês vira pupa ficando nesta fase de 2 a 20 semanas para só depois transformar-se em borboleta.

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Mariposas
Mariposa Lua
Nome científico: Actias luna

Medindo 12 centímetro com a cauda e 15 centímetros de envergadura (de uma ponta a outra da asa) esta espécie vive nas florestas da América do Norte e é considerada uma das maiores do mundo, pois possui asas enormes com uma coloração que varia de verde-claro a verde-azulado, dependendo do local, e da estação do ano possui duas asas internas que terminam em uma longa cauda em pontas.

Os machos possuem bom faro e durante a época de acasalamento as fêmeas emitem um odor atraindo os machos que usam suas antenas para captar este odor conseguindo senti-lo a mais de 6 quilômetros de distância.

As fêmeas após o acasalamento, colocam os ovos que deles nascem lagartas com cabeças enormes, estas crescem e mudam de cor.

As mariposas não têm boca e por isso não podem comer, a penas sugam os alimentos , sendo assim, na fase das lagartas elas necessitam se alimentar muito bem e passam o tempo todo comendo folhas.

Os casulos destas lagartas são tecidos com fios de seda produzidos por elas. Dentro deste casulo as lagartas vão se transformando em mariposas, quando esta transformação termina, elas furam o casulo com os espinhos aguçados que possuem nas asas e libertam-se para o vôo.

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Mariposa Atlas
Nome científico:Attacus atlas

Medindo 30 centímetros de envergadura (de uma ponta a outra da asa) esta espécie é caçada pelos colecionadores, pois acabou se tornando um inseto muito raro.

Esta mariposa tem as asas com belos desenhos e bem coloridas. É também considerada uma das maiores espécies. Esta é uma espécie que corre o risco de extinção, pois foi muito capturada por colecionadores.

As lagartas desta mariposa têm o corpo formado por vários segmentos, com pintas marrom e verde e atingem até 10 centímetros de comprimento com 2 de espessura. Como a mariposa não tem boca para se alimentar ela na fase de lagarta come muito folhas de árvore e arbustos, reservando assim um estoque para crescer e sobreviver como mariposa.

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Mariposa Elefante
Nome científico: Deilephila elpenor

Com os seus 65 milímetros de envergadura (de uma ponta a outra da asa) esta mariposa vive na Europa, África e Ásia. A cor de suas escamas varia de marrom-claro a rosa-claro.

A fêmea deposita seus ovos na parte inferior das folhas e deles saem lagartas que mais tarde se transforma em mariposas.

Esta espécie na fase de lagarta tem uma característica especial de se manter afastada dos predadores, ela consegue enganá-los fingindo ser uma serpente. De cada lado da cabeça ela possui um par de grandes manchas escuras, que quando em perigo, enterra a cabeça no corpo assumindo o formato de uma cabeça de serpente e as manchas se destacam parecendo olhos pretos, assustando assim seus inimigos.

Outra característica desta espécie é que assim que o sol se põe esta mariposa começa a voar de flor em flor para sugar o néctar, continuando sua tarefa até altas horas da noite.

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Mariposa-oriental
Nome científico: Grapholita molesta

A fêmea desta espécie coloca ovos muito pequenos, arredondados e de cor branco-acinzentada, difíceis de serem encontrados nas plantas. Estes são depositados na face inferior das folhas novas, nos ramos novos e também nos frutos. Dos ovos eclodem lagartas que possuem coloração branco-acinzentada e cabeça preta, são muito ativas, caminham pela planta à procura de ramos ou frutos para penetrar e iniciar a construção de galerias. Estas lagartas quando bem desenvolvidas podem medir até 14 mm e adquirem coloração rosada. No final desta fase a lagarta faz um furo nos ramos ou frutos e com o fio de seda atinge o local onde passará a pupa que se protegerá com um casulo

O adulto mede de cerca de 12 mm de envergadura, tem uma coloração cinza e manchas escuras nas asas anteriores. A fêmea vive de 10 a 15 dias e põe cerca de 40 a 80 ovos. No inverno, entra em diapausa como pupa.

Uma lagarta alimenta-se de três a sete ramos da mesma planta, observando-se uma só lagarta por fruto.

Uma característica para identificar a presença desta lagarta é que na galeria feita pela lagarta contém excrementos ligados entre si por uma teia.

O NOSSO CLUB

O nosso clube é um clube cuja nossa tarefa principal é tratar da natureza, plantar, renascer e fazer crescer (claro sem herbicidas e insecticidas) novas plantas.Tambem temos liders e membros só que são poucos por isso queríamos ter membros novos. Para se inscreverem enviem um comentário com o vosso nome morada e cidade, aldeia ou vila mandem ainda um comentário ou uma opinião sobre o que pensam do nosso clube. Se quiserem realmente aprender connosco mandem juntamente com o comentário e o resto para se inscreverem mandem assim “e por fim quero ir as vossas aulas aprender ter testes e quero as actividades de verão” mas só com autorização dos vossos pais por que se paga 2 euros por ano e as actividades de verão tem um custo diferente de 5 euros. Só pode ser do prazo de idade de 5 a 10 anos (com algumas excepções).


Inscrevam-se para termos mais membros e mais diversão!

Ovo

Do ponto de vista da biologia, o ovo é o Zigoto dos animais. É uma célula que se forma após a fusão do núcleo do óvulo (pronúcleo feminino, haplóide) com o núcleo do espermatozóide (pronúcleo masculino, haplóide) por cariogamia, o que dá origem à célula diplóide denominada ovo ou zigoto.

Nos Seres Humanos, bem como na maioria dos mamíferos, para que esta célula se forme é necessário que um espermatozóide “atravesse” a zona pelúcida (que reveste o ovócito II e o 1º glóbulo polar) de modo a “introduzir” o seu núcleo no ovócito II que se encontra em metafase II — Fecundação. Em virtude deste “estímulo” termina a meiose originando o óvulo e o 2º glóbulo polar (que irá degenerar juntamente com o 1º glóbulo polar anteriormente formado). Como agora no interior do óvulo se encontra o seu pronúcleo (pronúcleo feminino) e o pronúcleo masculino (oriundo do espermatozóide), vão-se fundir (cariogamia) originando o ovo ou zigoto (diplóide). Algo fundamental na reprodução sexuada.
Tipos de ovos
O ovo animal é classificado com base na quantidade e distribuição de vitelo que há em seu citoplasma. Pode ser oligolécito, heterolécito, telolécito ou centrolécito[1].

Ovos oligolécitos são aqueles que possuem pouco vitelo, distribuído de forma homogénea por todo o citoplasma. Contudo há um leve acúmulo de vitelo em um dos pólos, que passa a se chamar pólo vegetativo. O outro pólo passa a se chamar pólo animal. Animais com esse tipo de ovo são os mamíferos, anfioxos e equinodermos.
sulta das mitoses sucessivas a partir do ovo, originando um embrião com mais de 16 células.

Já o blastocisto resulta da mórula que depois de sofrer cavitação, apresenta conteúdo líquido no seu interior.

Ovos heterolécitos ou Ovos mesolécitos são aqueles que possuem grande quantidade de vitelo, distribuída de forma não-homogénea. O pólo vegetativo apresenta uma concentração muito maior de vitelo em relação ao pólo animal. Animais com esse tipo de ovo são os moluscos, anfíbios e anelídeos.
Ovos telolécitos ou Ovos megalécitos são aqueles que possuem uma quantidade de vitelo tão grande (ainda maior que a do heterolécito) que faz com que as estruturas citoplamáticas e o núcleo fiquem totalmente no pólo animal do ovo. Animais com esse tipo de ovo são as aves, os peixes que produzem pequena quantidade de ovócitos, e os répteis.
Ovos centrolécitos são aqueles que possuem o vitelo concentrado ao redor do núcleo. Esse ovo não possui pólos e está presente nos artrópodes.

BORBOLETAS

As borboletas são insectos da ordem Lepidoptera classificados nas super-famílias Hesperioidea e Papilionoidea, que constituem o grupo informal Rhopalocera.

As borboletas têm dois pares de asas membranosas cobertas de escamas e peças bucais adaptadas a sucção. Distinguem-se das traças (mariposas) pelas antenas rectilíneas que terminam numa bola, pelos hábitos de vida diurnos, pela metamorfose que decorre dentro de uma crisálida rígida e pelo abdómen fino e alongado. Quando em repouso, as borboletas dobram as suas asas para cima.

As borboletas são importantes polinizadores de diversas espécies de plantas.

O ciclo de vida das borboletas engloba as seguintes etapas:

1) ovo→ fase Pré-larval
2) larva→ chamada também de lagarta ou taturana,
3) pupa→ que se desenvolve dentro da crisálida (ou casulo)
4) imago→ fase adulta